Categoria: Carreira & Reflexões

Carreira em tecnologia, liderança, aprendizado contínuo e reflexões pessoais.

  • Dicas de leitura

    Este artigo foi publicado em 2019. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Sei que normalmente divulgo aqui dicas de livros sobre tecnologia mas hoje será um pouco diferente.

    Nos últimos dias li dois livros que tem me feito refletir bastante e que fui digerindo com muita calma pois a cada nova página me via naquelas mesmas situações, ou pensando da mesma forma.

    Os livros sãoÄ sutil arte de ligar o F*da-se” e “O ano em que disse sim”.

    No primeiro de forma muito humorada o autor nos leva a refletir o quanto realmente nos preocupamos com coisas que não fazem sentido, e estas preocupações nos levam não só a muito mais sofrimento e a uma vida d indecisão de se estamos no caminho certo.

    Ele nos ensina a entender que algumas coisas são inevitáveis, mesmo que. Tentemos evitá-las. Ele nos mostra o quanto a opinião alheia tem pouco a nos acrescentar e o quanto assumir a culpa pelo que nos acontece torna tudo mais leve.

    Já no segundo a autora descreve sua jornada na transformação de sua vida dizendo sim a tudo aquilo que lhe gerava pavor. Aparições em público, entrevistas, discursos, seu peso, família e relacionamentos.

    Ela mostra o quanto os seus pensamentos a aprisionavam. O quanto tudo aquilo que estava repreendido a tornava uma pessoa pior e ao acompanha-la na jornada nos identificamos e realmente aprendemos a nos conhecer melhor.

    Foram duas leituras deliciosas, acredito até que li os livros mais rápido do que deveria, mas com certeza já adicionei em minhas tarefas fazer uma nova leitura daqui a seis meses e verificar o quanto eu consegui colocar os ensinamentos em prática.

    Até amanhã!

  • O que irei estudar em 2019?

    O que irei estudar em 2019?

    Este artigo foi publicado em 2019. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Hoje vou compartilhar com vocês as minhas áreas de interesse de estudos para este ano. Em primeiro lugar percebi no ano passado que tive uma formação bem deficiente em matematica, e apesar de trabalhar com desenvolvimento a muito tempo, conhecer design patterns e padrões de arquitetura, meus conhecimentos em algorítimos e estrutura de dados é um pouco deficiente. Acabando com estes gaps quero voltar a estudar um pouco de Machine Learning e Inteligencia Artificial. Apesar de antenado com as tendencias e ser usuário de serviços cognitivos já treinados como o LUIS da Microsoft quero entender um pouco mais como isto funciona, e aplicar estes conhecimentos utilizando o ML.et. Por último e não menos importante quero voltar a estudar um pouco de automação e os novos frameworks Web. Apesar de ter visto alguma coisa de Angular e React ainda não apliquei isto em nada sério. E logicamente quero olhar Blazr já que está em meu ambiente mais familiar. Outras coisas que quero ver mais a fundo, mas em paralelo e com menos prioridade são: Blockchain; Kubernets; Programação funcional; Até amanhã!
  • Ano novo, metas novas: 2019!

    Este artigo foi publicado em 2019. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Todos os anos fazemos as famosas “resoluções de fim de ano”, aquelas famosas metas que prometemos e normalmente não cuumprimos. Eu tenho sofrido com isto em todos os meus anos. Começo dizendo que quero fazer A, B ou C e normalmente chegando próximo ao fim do ano bate o desespero pois verifico que não consegui fazer nada daquilo. Novamente citando o último episódio sobre produtividade do Hipsters decidi para este ano colocar algumas coisas em prática: Priorizei poucas metas; Defini um prazo para elas; Criei um fluxo para acompanhamento; Por exemplo defini que irei escrever um post por dia durante este ano É fácil saber se estou ou não dentro da meta, pois irei verificar se há um post publicado todos os dias. É uma meta ousada mas que tem passos pequenos, ou seja um post por dia. Minhas outras metas são a de palestrar em pelo menos um evento internacional e o de alguma forma retornar ao mundo dos podcasts. Para estes dois eu tenho algumas coisas rascunhadas mas nada muito detalhado que eu já possa compartilhar, mas deixo aqui o pedido de me cobrarem, afinal estou me comprometendo com você ao compartilhar. E você, quais suas metas para 2019? Até amanhã!
  • Feliz 2019!

    Este artigo foi publicado em 2019. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Em primeiro lugar Feliz 2019! Que seja mais um ano repleto de realizações pessoais e profissionais para todos vocês que me acompanham todos estes anos. Não diferente 2018 foi um ano muito produtivo. Confirmei a excelente escolha que fiz em vir morar na Ilha do Silicio e trabalhar na ArcTouch. Sem sombra de duvidas foi um dos anos em que mais palestrei tanto em eventos presenciais quanto eventos online. Participei mais uma vez do MVP Summit, alias com mais um ano de renovação do meu título como MVP. Recebi o titulo de TDC Rock Star, ganhei o reconhecimento do valor Diversity na ArcTouch, conheci muita gente bacana e que me inspiraram muito. Evolui como profissional e como pessoa. E tenho tantas coisas que quero trazer para minha vida em 2019 que não quero cometer o erro ede ficar falando para não ter a sensação de concluído (quem não entendeu recomendo ouvir o Hipsters sobre produtividade). Por último e não menos importante quero aqui publicamente propor um desafio par mim, de total interesse de você e que começa hoje com este post. Me desafio a em 2019 escrever pelo menos um post por dia, seja compartilhando coisa sobre meu dia-a-dia técnico, como talvez sugestões de leituras, podcasts cou comentando mais profundamente uma notícia que ouvi. Um enorme abraço em cada um de você! Até amanhã!
  • Mr. Robot

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Curto muito séries, principalmente que tem como plano de fundo a tecnologia e mais ainda se elas tiverem uma boa consultoria de profissionais da área.

    Mr. Robot é uma delas. Com a segurança da informação como plano de fundo esta série tem um enredo envolvente, personagens carismáticos, e principalmente traz muitas reflexões sobre a segurança sobre nossos dados.

    Apesar de ter alguns anos, quando você assiste a série parece que os roteiristas estão falando de casos bem atuais, principalmente se pensarmos nos diversos vazamentos de redes sociais e serviços online recentes.

    Será que estamos seguros? Será que nos dados estão seguros? Será que os dados em nossas empresas estão seguros?

    Provavelmente a resposta para todas as perguntas é não. Existem falhas de segurança, propositais ou não, e pessoas, algumas até patrocinadas por governos, que exploram cada milímetro dos sistemas operacionais.

    Do outro lado, mais perigosos ainda, dispositivos com tecnologias defasadas de segurança estão espalhadas em produtos baratos que controlam nossas casas, filmam nossa intimidade, nos entretem e nos passam esta falsa sensação de que está tudo bem.

    Não estou aqui querendo iniciar uma histeria coletiva nem tornar você o maior dos paranóicos, mas na maioria dos casos um pouco d atenção a pequenos detalhes fazem a diferença entre estarmos seguros e cairmos em golpes pela internet.

    Nunca acesse dados sensíveis em redes públicas, nunca forneça suas senhas em computadores desconhecidos, nunca deixe seus devices com wifi e bluetooth sem necessidade. Sempre mantenha seu sistema operacional e aplicativos atualizados. Sempre prefira o protocolo https ao http . Nunca abra mensagens de remetentes desconhecidos.

    Tenha certeza que você será a maior arma contra os cyber criminosos.

    Até a próxima!

  • O que te motiva?

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Hoje o post será um pouco diferente. Não falarei, ao menos não é o tema principal, sobre eventos, tecnologia e outras coisas relacionadas ao mundo técnico.

    Na palestra de um amigo, a um tempo atrás, ele colocou um icônico slide com uma simples pergunta: O que te motiva?

    Esta pergunta me intrigou, e intriga até hoje, e por isto convido vocês a uma pequena reflexão.

    O mais interessante desta pergunta é que não há uma única resposta, não para a vida toda. Hoje o que te motiva é uma coisa, amanhã será outra.

    Como estava no aeroporto ontem tive bastante tempo para pensar a respeito, e vi o quanto muita coisa mudou desde que eu era criança até os dias de hoje, mas com vários elementos em comum.

    Já me motivei pelo fato de que poderia ganhar mais, já me motivei pelo fato de poder ser promovido, já me motivei pelo simples fato de poder trabalhar com a última tecnologia do momento, mas o que nunca mudou foi a motivação por impactar vidas e ajudar pessoas.

    Quando comecei a me envolver com comunidades, no fim de 2008, achava muito bacana o fato de palestrar. Deveria ser a sensação de. Um pop Star ter dezenas de pessoas prestando atençÃo no que voce fala, e levando isto para frente.

    Com um maior avanço das diversas redes sociais era bem interessante ter postagens curtidas, ter seguidores, ver o pessoal falando daquilo que voce havia postado.

    Mas no final, o que realmente importava, é que. Eu percebia que o que eu fazia estava impactando positivamente várias vidas. Era um estudante que. Se motivava a concluir seu curso, era o profissional que via que era muito mais capaz do que ele se achava, era a empresa que saia na frente dos concorrentes por ter mudado processos ou ferramentas que havia falado.

    Continuo apaixonado por palestrar, por trabalhar com tecnologia, por viajar e tudo isto culmina em conhecer, impactar e influenciar pessoas de maneira positiva, e coincidentemente ou não, este é o papel de um Microsoft MVP.

    Então te devolvo a bola e pergunta: O que te motiva?

    Até a próxima!

  • Ontem foi dia de reconhecimento

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Pra quem me acompanha nas redes sociais não é difícil perceber o quanto tenho orgulho de fazer part da ArcTouch e até tenho citado aqui no blog em algumas postagens.

    Tenho total sinergia com os valores da empresa e ontem tive a honra de receber o reconhecimento no valor Diversity pelas minhas contribuições não só dentro como fora da empresa.

    Este reconhecimento tem um valor muito especial para mim. Vi para cá foi uma mudança muito grande, e proporcionalmente importante, em minha vida pessoal e profissional e não canso de dizer que sem duvidas foi uma das melhores decisões que tomei em toda minhavida.

    Me esforçarei ao máximo para continuar retribuindo todo o carinho, apoio e respeito que conquistei de todos os amigos que fiz aqui e fica o convite para conhecer nossas vagas e quem sabe trabalharmos juntos?

    Até a próxima!

  • One code to rule them all

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Mais uma vez estou no blog da ArcTouch desta vez como parte de uma equipe incrível que não só desenvolveu um grande aplicativo mas ajudou nosso cliente a se tornar líder em seu segmento.

    Este ano palestrei algumas vezes com meu amigo Oberdan sobre como desenvolvemos um aplicativo multitenant utilizando Xamarin e finalmente podemos divulgar o resultado do nosso trabalho.

    Neste pouco mais d um ano o orgulho de fazer parte deste projeto e as Features incríveis que continuamos adicionando me fazem acordar todos os dias cheios de energia.

    Quero agradecer publicamente a cada um de vocês, membros do melhor time ever, por cada dia excelente que vocês me proporcionaram.

    E para quem quer saber mais sobre o tema tem postagem aqui no blog sobre os eventos que palestramos e links para mais material.

    Até a próxima!

  • Convergência ao invés de concorrência

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Não é novidade para ninguém, principalmente por vocês estarem lendo meu blog, que a tecnologia evolui mais rápido que Pokemon em evento especial e com isto novas linguagens, frameworks, metodologias, hardware, software, etc.

    Mas algo que me incomoda muito, principalmente quando vamos procurar por materiais introdutórios as novas tendencias é que eles são criar para “matar um problema que temos com as tecnologias atuais”.

    Não quero tomar partidos aqui mas as brigas “SQL x NoSQL”, “Micro Serviços x Monolitos”, “PWA x Aplicativos”, “Bots x Apps”, etc. etc. inundam events, timelines, artigos e tudo mais como se uma coisa anulasse totalmente a outra.

    Em primeiro lugar é sempre bom ter boas referencias, ou seja, não cair no conto dos “influenciadores de palco”, sim me baseei nos “empreendedores de palco”, que não tem nenhum projeto entregue utilizando o que pregam em palestras, que só se apoiam em cases e dados dos outros, e querem te levar a usar o que. Ele diz em pró de vender uma consultoria, a qual irá fazer com que voce trilhe o caminho sozinho, e na verdade que voce apareça como case de sucesso no seu próximo slide.

    Quando lemos ou falamos com pessoas sérias sobre o tema vemos que eles falam exatamente o contrário. Sobre Micro Serviços será que sua aplicação já está madura a ponto de voce saber que ela deve ser quebrada? Afinal voce não começa hoje um sistema pensando em dividi-lo sem saber como ele ficará.

    Quando falamos de persistencia pessoas sérias falam de “persistência poliglota”, ou seja, nossa aplicação sabe falar com diferentes repositórios d dados, cada um com responsabilidades diferentes baseadas nas capacidades que. Aquela tecnologia oferece, de modo a trazer valor cada vez mais rápido pra estes dados.

    Veremos cada vez mais partes de aplicativos partindo para os bots ou interfaces conversacionais, ou como já vimos em alguns apps de investimentos aplicativos que simulam esta interface apesar de ainda ser um aplicativo com fluxos como qualquer outro, traremos cada vez mais inteligência analisando o comportamento de nossos usuários e sim teremos versões mais leves, provavelmente PWAs para trechos específicos de nossos aplicativos para que nosso usuário tenha uma experiencia “light” de qualquer lugar.

    Gosto de pensar que quando leio um código antigo meu e penso: nossa teria sido melhor ter feito assim ou assado, que. Depois que eu o escrevi vivenciei tantas novas experiencias que fica fácil falar isto, e difícil até mesmo imaginar que er possível se fazer tanta coisa sem os recursos que temos hoje, mas que se tomei aquela decisão era porque naquele momento fiz o melhor que era possível, e continuando aplicando isto até hoje.

    É como dizem: “Se a juventude soubesse ou se a velhice pudess
    E!”.

    Até a próxima!

  • Uma abordagem mais coerente de modelagem de objetos

    Este artigo foi publicado em 2018. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Quando iniciamos nossos estudos de Orientação a Objetos aprendemos que classes e objetos possuem dados e comportamentos.

    Isto é sim verdade, mas da forma que. Isto é listado, os exemplos e tudo mais parece que a parte mais importante são os dados, mas será que isto é verdade?

    Dando um passo atrás devemos lembrar sempre que ao modelar uma classe devemos ter em mente o contexto onde ela será utilizada, o qual normalmente chamamos de domínio, de forma a termos uma visão clara do mesmo.

    Nem todos os nossos sistemas precisam ter acesso a todos os dados do cliente, alias apensar do reuso ser algo que está no DNA da Orientação a Objetos não é crime nenhum termos diferentes versões de uma mesma classe, como o Cliente que é usado na Nota Fiscal, o Cliente que é usado no módulo de Entrega, o Cliente utilizado pelo sistema Financeiro, cada um com um grupo de dados, e comportamentos, diferenciados.

    Outra coisa importante é lembrar que um objeto representa o estado de algo em um determinado momento no tempo. Ao carrega-lo do sistema de persistência ele representa aquele item naquele exato momento, e a partir de que começamos a manipula-lo através da chamada de seus métodos, ele sofrerá alterações e deve ainda permanecer em um estado válido para posterior persistência.

    É por isto que hoje ouvimos tanto falar em Setters privados, encapsulamento dos comportamentos, garantia de que não quebraremos o estado.

    Mas fui além do que queria falar no inicio deste artigo.

    O ponto central aqui é que por começarmos nossa modelagem pelos dados corremos dois riscos: colocarmos em nossas classes dados que achamos que iremos utilizar e transformamos nosso objeto em uma sacola de dados.

    A abordagem que gostaria que vocês experimentassem aqui é a de começar modelando suas classes po seus comportamentos, ou seja, quais mensagens usarei para me comunicar com ela.

    Com isto já consigo visualizar dois itens importantes: quais parâmetros estes métodos receberão? E destes parâmetros qual estado deverá ser alterado e persistido.

    Se te pedisse para modelar uma classe de Conta Corrente com toda certeza voce começaria com os dados do correntista, da agencia, etc., etc.

    Mas e se dentro do contexto que estamos desenvolvendo, talvez um microserviço que cuide apenas de manipular o saldo desta conta, com serviços como Depositar uma quantia e Sacar uma quantia, a coisa já muda de figura, certo?

    Então temos aqui uma classe Conta com dois métodos, Depositar e Sacar.

    Curiosamente os dois métodos recebem um valor monetário, o valor a ser depositado ou retirado da conta.

    Como resultado teremos o Saldo desta conta atualizado e persistido.

    Logo teremos também um atributo, preferencialmente privado, com este Saldo.

    Algo como:

    Classe Conta { void Depositar(decimal valor) => Saldo = Saldo + valor; void Sacar(decimal valor) => Saldo = Saldo – valor; private decimal Saldo = 0; }

    Sim, bem simples, bem rudimentar, mas que me parece ser funcional.

    Agora vamos pro segundo ponto. E se por um erro sistêmico eu passar um valo negativo tanto para Depositar como Sacar? E se eu tentar sacar um valor maior do que meu saldo atual? Colocarei minha conta corrente em um estado inválido.

    É por isto que o encapsulamento de como minha classe funciona é tão importante. Com isto eu garanto que qualquer parte do meu sistema não irá bagunçar meu estado interno e com isto tenho um maior controle do qu está acontecendo, reduzindo a possibilidade de erros.

    O encapsulamento também me traz mais benefícios. Consigo realizar testes de maneira mais isolada e eficaz já que. Reduzo a possibilidade de alterações de estado involuntário tornando os resultados previsíveis.

    Em nossa classe como não conseguimos alterar o saldo sem chamar Depositar ou Sacar, independente de como eu fizer minhas operações, eu sempre obterei o mesmo resultado.

    Não estou falando aqui d concorrência e outros desafios do mundo moderno, mas se não conseguimos visualizar estes problemas já em abstrações mais básicas, a coisa se torna muito mais complicada em versões mais completas e complexas deste modelo.

    Espero ter ajudado!

    Até a próxima!