Autor: magoolation

  • 1ª reunião do Fullstack .NET

    Fala galera!

    Aconteceu na última quinta-feira 27 de outubro o primeiro mettup Fullstack .NET com o tema ASP.NET Core do Front ao Deploy no Azure.

    O interessante do evento foi a construção de uma aplicaçã com foco na explicação de cada um dos componentes. Isto permitiu um maior aprofundamento dos assuntos e uma melhor interação para quem não conhecia a tecnologia.

    Aliás isto foi uma coisa bem interessante. Apesar do nome ser Fullstack .NET além de falarmos de outras tecnologias como o node.js havia na platéia pessoas de outras plataformas como o PHP.

    As palestras

    Foram tres palestras:

    ASP.NET Core
    Nesta palestra foi construída uma aplicação ASP.NET Core do zero iniciando com uma simples aplicação Console e adicionando-se cada um dos componentes. Isto deu uma boa base para que não conhecia ainda a tecnologia e nivlou o conhecimento de todos que ali estavam.
    Desenvolvimento Frontend
    Nesta palestra foi discutido o novo ferramental de um desenvolvedor frontend com o uso de tecnologias anteriormente criadas apenaspara o desenvolvimento node.js. Foi interessante conhecer algumas coisas que além de trazerem produtividade garantem um código com maior qualidade.
    Deploy automatizado no Azure
    Na última palestra foi demonstrada a utilização do VSTS para deploy da aplicação desenvolvida no Azure. Foi demonstrado o processo de Integração Contínua entre o VSTS e o github e um pipeline de deploy usando o Release Management. Por último ainda tivemos a adição de uma validação do deploy com o uso de um teste de performance automatizado.

    Como disse no inicio foi o primeiro de muitos e curti bastante. Espero que os próximos sejam marcados logo.

    Até a próxima!

  • Validação de atributos de acessibilidade para aplicativos UWP no Visual Studio 15 CTP 5

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Foi publicado no blog do Visual Studio algumas novidades do Visual Studio 15 que é a próxima grande versõ do Visual Studio (é uma nova versão e não uma nova release do Visual Studio 2015 que a versão atual do produto).

    O que me chamou a atenção foi um novo recurso adicionado as ferramentas de diagnóstico: validação dos atributos de acessibilidade para aplicativos UWP (Universal Windows Platform).

    O que isto quer dizer?

    Queo desenvolvedor terá de forma automática e em tempo real feedbacks sobre a acessibilidade das suas interfaces gráficas em relação aos atributos de acessibilidade.

    Isto é um grande passo para que UWP possa nos oferecer uma experiencia de uso muito melhor.

    A ferramenta mostrará como erro, por exemplo, elementos da interface que não tiverem um atributo Name. Isto é mandatório para que tecnologias assistivas como leitores de tela possam dizer ao usuário o que aquele controle represeta.

    Está ai um recurso que quero explorar bastante e que com certeza trarei aqui quando estiver em versões melhoradas.

    Até a próxima!

  • Xamarin Summit 2016

    Fala galera!

    Ontem aconteceu a primeira edição do Xamarin Summit um evento de imersão total nesta plataforma que já utilizo a dois anos.

    Se voce não sabe do que estou falando o Xamarin é uma solução de desenvolvimento cross platform para construção de aplicativos móvis tanto para IOS quanto para Android focada principalmente na produtividade e reutilização de código.

    Em Xamarin desenvolvemos em C#, utilizando tanto Visual Studio e Xamarin Studio, em Windos e Mac OS sem termos de ficar trocando de ambiente de desenvolvimento ou linguagem.

    E o melhor. O resultado é uma aplicação nativa com o máximo do que isto significa. Não é apenas uma simulação voce tem realmente acesso a toda API das plataformas tornando o desenvolvimento em Xamarin identico ao o desenvolvimento nas ferramentas disponibilizadas pela Apple e Google.

    Sobre o evento

    O evento aconteceu na FIAP Aclimação e apesar de não conhecer a região consegui chegar facilmente.

    A infraestrutura é muito boa e exceto por duas quedas de energia durante o dia não há realmente o que comentar sobre isto.

    Já em relação as palestras todas sem excessão foram excelentes e de muito alto nível.

    Elas passaram por temas como a introdução do que é o Xamarin e a remoção de mitos criados ao redor da plataforma indo desde uma explicação mais aprofundada até mesmo a citação de cenários de uso, e principalmente não uso, da mesma.

    Tivemos uma aula de XAML e seus principais benefícios o que torna o desenvolvimento de aplicações com Xamarin Forms muito mais agradável e profissional.

    A palestra sobre padrões de arquitetura e MVVM com MVVMCross foi bom para conhecer algumas outras ferramentas e formas diferentes de fazer algumas coisas. Com certeza despertou minha curiosidade em conhecer um pouco mais deste framework.

    Já a palestra de Testes na plataforma Xamarin e o Xamarin Test Cloud foi bom para esclarecer algumas coisas e está ai um tema que preciso me aprofundar mais já queo teste eficiente de aplicativos é fundamental para estratégia de sucesso dos mesmos.

    Por último mas não menos importante uma palestra sobre animações com Xamarin Forms e Custom Renderes foi a cereja do bolo para tornar minhas aplicações ainda mais profissionais. Dicas simples mas muito úteis dão uma cara nova a suas aplicações e é muito bom descobrir coisas novas em algo onde voce acha que conhecia bastante.

    Para finalizar o evento contou com uma grande sessão de Äsk the Experts" tirou muitas dvidas da galera.

    Conclusão

    O Xamarin Summit atendeu todas as minhas expectativas e foi muito bom encontra os amigos por lá. Conheci pessoas novas, aprendi bastante e principalmente pude compartilhar um pouco do meu conhecimento também.

    Que venham os próximos, e quem sabe com alguma palestra minha?

    Até a próxima!

  • The Twelve-factor App na plataforma Microsoft – Code Base

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Conforme falei no primeiro artigo da série vou falar como implementamos The Twelve-factor App na plataforma Microsoft.

    Se não se lembra apresentamos os fatores neste vídeo e neste vídeo então assiste lá para não ficar perdido.

    A importancia de se ter um repositório de código

    Acho que exploramos bem o tema nos vídeos mas em resumo ter uma baseline é indispensável para que possamos ter todo rastreamento de alterações em nosso produto de forma a saber por que, quando, como e por quem algo foi feito.

    Isto não é caça bruxas mas entender o porque de algo ter sido feito é importante para a melhoria contínua do processo.

    Além disto uma base de código confiável permite que o produto volte rapidamente a um determinado momento no tempo o que é indispensável para se recuperar de catástrofes bem como fazer depurações mais precisas já que a versão do código acaba sendo identica a que estava em produção no momento da. falha.

    Por último mas não menos importante dependendo do segmento de negócio regulamentações e processos de auditoria impedem que o software seja desenvolvido sem estas características.

    Dentro da plataforma Microsoft

    Originados do extinto Microsoft Source Safe a Microsoft oferece toda uma completa solução de ALM (Ciclo de Vida de Aplicação) em dois sabores:

    • VSTS ou Visual Studio Team Services uma solução em núvem oferecida como SAAS (Software como Serviço);

    • TFS ou Team Foundation Services uma solução para instalação on premise; Como é de se esperar o modelo em nuvem recebe atualizações cnstantes mais rapidamente, mas ambos oferecem praticamente os mesmos recursos quando em versões parelhas.

    • Gestão total de código-fonte das aplicações; Gestão de projetos de desenvolvimento de software utilizando-se de SCRUM, Agile ou CMMI com total possibilidade de personalização do processo; Processos automatizados de build e deploy; Gestão total de testes; E muito mais …;

    E quando falamos de gestão de códigos fontes também temos a disposição duas opções:

    • TFVC solução proprietária desenvolvida pela Microsoft e que se baseia no modelo centralizado;
    • git: sistema de controle de versão desenvolvido por Linus Torvalds criador do sistema operacional Linux e amplamente utilizado pelo mundo open source;

    Ambas as opções oferecem vantagens e desvantagens e não é objetivo deste artigo discutí-las mas deixo a seguir boas referencias de como trabalhar com cada um deles:

    Já em relação a separação dos projetos, módulos ou componentes seja lá como a tecnologia adotada e/ou sua empresa nomeie a componentização da aplicação a plataforma da Microsoft oferece um grande nível de personalização sendo o mais comum a utilização de Team Collections e Team Projects. Mais informações podem ser obtidas neste guia.

    Conclusão

    A plataforma Microsoft está totalmente preparada para atender ao primeiro fator sem o menor esforço e com amplas possibilidades de personalização dos fluxos de trabalho e alta conectividade com as mais diversas ferramentas de desenvolvimento não se limitando apenas aquelas desenvolvidas pela empresa.

    Existe conteúdo abundante na internet sobre como utilizar da melhor maneira estas ferramentas por isto deixarei aqui mais algumas referencias:

    Até a próxima!

  • Recursos de acessibilidade no Microsoft Office

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Nas minhas buscas por recursos de acessibilidade do Office 365 me deparei com a página de recursos de acessibilidade.

    É importante compartilhar este tipo de informação pois somos usuários recorrentes destas ferramentas e nem sempre encontramos este tipo de informação de forma atualizada e organizada.

    É muito bom saber que a Microsoft está preocupada em oferecer acesso a todos em seus produtos, e inclusive teter profissionais treinados para dar suporte conforme vocês podem verificar no link acima.

    Até a próxima!

  • O que é um ataque DDOS?

    Fala galera!

    Neste dia 21 de outubro a internet está sofrendo o que até então é o maior ataque DDoS que se teve conhecimento..

    Vários serviços como Spotify, Twitter, Netflix entre tantos outros saíram-se do ar e até o momento que escrevo esta postagem a internet está bem instável.

    Mas o que é um ataque DDOS?

    O primeiro D vem de Distributed, ou seja, é um ataque distribuído e é normalmente executado utilizando-se de máquinas zumbis infectadas por malwares que tem total controle sobre elas.

    Já o DoS vem de Denial of Service ou negação de serviço que nada mais é que um ataque massivo a um serviço até que o mesmo “sufoque” pois não consegue dar conta de tantas requisições simultâneas.

    A grande vítima desta vez foi o serviço de DNS Domain Name Service que é responsável por traduzir os nomes do sites em seus respectivos endereços IP forma como a rede funciona.

    Até o momento não se tem muita informação da motivação do ataque e qual, ou quais grupos, estão efetivamente por traz do mesmo mas isto no faz refletir o quanto estamos vulneráveis.

    Recentemente pesquisas provaram que temos de ter muito cuidado comIoT ou a internet das coisas, já que mesmo equipamentos como os roteadores, e as câmeras IPs vem sendo recorrentemente usadas neste tipo de ataque.

    Logicamente que a melhor proteção é o usuário bem informado e se você está aqui provavelmente voce já as conhece, mas seguem aqui algumas dicas úteis:

    • Tenha senhas diferentes para cada m dos serviços que você utiliza. Incorpore um gerenciador de senhas como o 1password ou o lastras para que você tenha senhas difíceis de lembrar;
    • Coloque senhas difíceis nas suas redes wi-fi e evite compartilha-las com pessoas fora dos seus círculos mais íntimos;
    • Evite acessar serviços importantes como seu e-mail ou bancos em locais públicos e em redes wi-fi abertas;
    • Sempre ative os atributos de segurança de seus dispositivos;
    • Sempre instale as últimas atualizações;

    Tendo mais novidades volto aqui e atualizo estas informações.

    Até a próxima!

  • Aplicando Twelve-factor App na plataforma Microsoft

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Este é o índice de uma série de posts sobre o tema The Twelve-factor App os quais discutimos nos seguintes vídeos:

    Recomendo assisti-los caso não esteja familiarizado com o tema. As discussões são bem ricas e espero que lh tragam vários insights para o seu dia-a-dia.

    Objetivos

    Com estes artigos pretendo demonstrar quais produtos Microsoft atendem cada um dos fatores e como podemos aplica-los em nosso dia-a-dia.

    A intensão inicial não é ter demonstrações práticas, mas caso haja interesse deixe um comentário ou me chame nas redes sociais e quem sabe eu não me empolgo a fazer demos em vídeo?

    Tenho certeza que com o conteúdo aqui gerado voce conseguirá melhorar a qualidade de suas aplicações desde a sua arquitetura até mesmo a otimização dos recursos que ela utiliza. E isto se refletirá diretamente na satisfação dos seus clientes.

    Até a próxima!

  • eBook – Beyond the Twelve-factor App

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Este’e um post bem rápido apenas para divulgar o download deste eBook que foi comentado no segundo episódio da série sobre Twelve-factor App. Boa leitura e até a próxima!
  • 1ª reunião presencial do Brasil.NET – Hololens Editions

    Fala galera!

    Aconteceu ontem dia 20 de outubro a primeira reunião presencial do grupo Brasil.NET do Slack no auditório da Microsoft aqui em São Paulo.

    Esta é a primeira de muitas e teve por objetivo fomentar a interação entre os membros do grupo e o compartilhamento do conhecimento.

    Dentre as palestras aconteceu uma demonstração, com direito a live demo, do Hololens solução de realidade aumentada da Microsoft e uma promessa de muitas revoluções em um futuro muito próximo.

    A tecnologia é fantástica e as possibilidades de utilizações são infinitas. Tanto audio quanto som são tridimensionais, e o ferramental para design e desenvolvimento, baseado na tecnologia Unit, está simplesmente espetacular.

    Logo após tivemos um rápido coffee seguido de duas trilhas: Desenvolvimento multiplataforma com Xamarin e desenvolvimento multiplataforma com .NET Core. Para acompanhar alguns amigos acabei decidindo pela segunda.

    Foi fantástico ver o quanto a plataforma evoluiu e o want cada vez mais desenvolvedores podem se beneficiar disto. Em breve escreverei bastante sobre isto por aqui.

    Em resumo foi uma grande oportunidade de interagir com a comunidade e de ver o quanto tenho de estudar.

    Na próxima semana teremos um evento na Lambda 3 sobre desenvolvimento Web e espero encontrá-los por lá.

    Até a próxima!

  • Microsoft Accessibility Home

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Quando se quer implementar acessibilidade de maneira correta e otimizada nada melhor que recorrer a quem desenvolve aquela plataforma.  A Microsoft oferece diversos recursos tanto paga usuários quanto para desenvolvedores no site http://www.microsoft.com/en-us/accessibility   Bons estudos! Até a próxima!