Autor: magoolation

  • Meu primeiro MVP Global Summit

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Depois de quase dois meses finalmente estou escrevendo sobre o MVP Global Summit porque realmente foram dias bem corridos e consegui fazer uma parada nas férias para compartilhar esta experiencia com voces.

    Para quem não sabe fui nomeado Microsoft MVP in Visual Studio & Development Tools em outubro e isto me trouxe diversos benefícios, entre eles o de participar do Summit. Mais informações sobre o programa neste excelente podcast da Lambda3.

    Sobre a viagem

    Em primeiro lugar acho bom deixar claro que foi minha primeira viagem internacional. Imagine voce receber a noticia em outubro que poderá viajar para os Estados Unidos em novembro?

    Muita gente acaba não conseguindo por não ter a documentação necessária: passaporte e visto americano.

    Por sorte, por outros motivos, iniciei meu processo de pedido do visto bem antes, tanto que minha entrevista foi tres dias após minha nomeação e tenho de dizer que isto foi fundamental.

    Digo isto pois um dos benefícios é uma carta da Microsoft para ser apresentada no consulado e na imigração. Coloquei-a como a primeira dos documentos e minha aprovação foi quase que automática.

    Feito isto comprei as passagens, confirmei a participação no portal exclusivo para o evento e comecei a me preparar para o grande dia.

    Não tenho nada a dizer sobre a viagem. Foi bem tranquila, tive todo apoio tanto dos funcionários das empresas quanto dos amigos MVPs que estavam comigo em Guarulhos e na volta em Seattle.

    Mas tenho de dizer quea viagem é bem longa e que por ser a primeira vez, e comprando a passagem tão em cima, o trajeto não foi o melhor.

    A cultura

    Nós brasileiros somos muito assistencialistas. Mal chego a uma esquina e já vem alguem querendo me carregar para o outro lado, se entro em uma loja ja acham que estou no lugar errado e outras coisas.

    Lá eles te deixam livres para fazer as coisas e a menos que voce solicite ajuda eles não te interrompem. E quando voce o faz, são extremamente solicitos.

    Me impressionei com Belevue onde fiquei hospedado. A maioia dos semaforos são sonoros, as calçadas de uma regularidade assustadora, tudo realmente feito com muita acessibilidade.

    O atendimento nos hotéis, restaurantes, lojas e afins foi impressionante. E a menos que eles tenham fingido bem, consegui me comunicar em ingles com muita desenvoltura.

    O destaque fica para a ultima noite onde decidi ir para uma lanchonete sozinho. Coloquei o destino no Google Maps e deixei que ele me guiasse. Em determinado ponto não entendi as instruções, isto porque tinha de cruzar uma estrada, e por isto não havia sinal sonoro. Prontamente fui auxiliado por um rapaz que me deixou na porta da lanchonete. Lá fui muito bem atendido pel garçonete que foi bem atenciosa e depois voltei pro hotel em um concorrente do Uber já que havia ganhado descontos. Dificilmente faria isto em uma cidade desconhecida aqui no Brasil com tanta facilidade.

    Outro ponto forte foi dividir o quarto com um estrageirestrangeiro. Bin Matsui é um MVP do Japão e foi muito interessante conversarmos antes e depois dos dias de evento. Espro de verdade reencontra-lo em próximas edições.

    O evento

    Foram vários dias de evento que iam desde keynotes até reuniões de feedbacks de funcionalidades. É muito bom ter este acesso antecipado as informações e poder se preparar, e até mesmo contribuir pra que elas sejam entregues da melhor forma possível.

    Fiquei sabendo com mais de uma semana de antecedencia dos lnçamentos que rolariam no [Connect]Connect]4 e coisas que ainda nem tiveram preview publico ainda.

    Tiveram todo um cuidado e me fazer sentir parte daquilo. Recebi materiais por e-mail para acompanhar as palestras e todos os organizadores queriam saber se eu estava tendo a melhor experiencia possível.

    Tive oportunidade de conhecer a [Julie Lerman]Julie Lerman]5, James Montemagno, Scott Hanselman e trombei milhares de desenvolvedores que sigo atempos.

    Mal vejo a hora que chgue a edição de 2017!

    As festas

    Logicamente que tivemos algumas festas onde pudemos fazer bastante network. Foi uma grande oportunidade para conhecer outras culturas.

    A primeira delas teve inclusive um band-o-ke onde uma banda muito boa acompanhava os MVPs que soltavam a voz. Nem arrisquei pois a galera que foi lá era super profissional.

    Agradecimentos

    Quero agradecer a todos os MVPs que me ajudaram na viagem e dizer que sou muito feliz em fazer parte deste grupo tão seleto.

    Até a próxima!

  • ENTIDV 2016 – Porto Alegre

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Realizei no último dia 10 de dezembro a primeira edição do ENTIDV fora da cidade de São Paulo sendo esta a terceira edição do evento.

    A cidade escolhida foi Porto Alegre não só pelo seu grande envolvimento com tecnologia mas pela grande parceria com a ThoughtWorks que fui crucial pra que realizassemos o evento.

    Contamos com a presença de mais de 30 participantes em um dia incrível cheio de troca de conhecimento e experiencias.

    Conheci muita gente bacana e projetos fantásticos os quais falarei mais aqui em próximos posts. Sai do evento com as baterias recarregadas e uma grande missão para 2017: expandir o ENTIDV para mais cidades.

    E foi inclusive por este motivo que dei inicio a algo que vinha pensando a muito tempo.

    Nesta edição nomiei o Juliano Vacaro, da Hewlet Packard Enterprise, que havia dado as caras em um vídeo na edição de setembro como embaixador do ENTIDV para o Rio Grande do Sul.

    Com isto reintero meu compromisso na fomentação das comunidades locais e consigo aumentar a rede de maneira mais organica tornando os próximos eventos ainda melhores.

    Desejo boa sorte ao Juliano nesta nova empreitada e se preparem pois muita coisa boa esta por vir.

  • 2016 – sem sombra de duvidas um grande ano

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Em primeiro lugar peço desculpas pela falta de conteúdo novo por aqui mas estes dois últimos meses me demandaram demais e este é um post de resumo qual irei complementar com posts específicos nos próximos dias.

    Após a nomeação como MVP participei de alguns meetups mas com a cabeça totalmente focada na participação no MVP Global Summit que foi muito bem explicado neste podcast da Lambda3.

    Foi uma experiencia incrível que irei descrever com mais detalhes em breve e tenho muito a gradecer a galera que me acompanhou por lá.

    Logo em seguida tivemos o Connect que trouxe muitas novidades para nós desenvolvedores e em seguida palestrei no InteropMix 2016.

    Em paralelo a tudo isto ainda consegui organizar o ENTIDV 2016 Porto Alegre e gravar um podcast excelente pro Hipsters.tech.

    Fiz duas grandes apresentações do programa MVP na instituição onde trabalho, e 2017 já está chegando com força total.

    Espero que com tudo isto voces possam novamente me perdoar e que fiquem no aguardo de muito conteúdo bacana por aqui.

  • 1ª reunião do Fullstack .NET

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Aconteceu na última quinta-feira 27 de outubro o primeiro mettup Fullstack .NET com o tema ASP.NET Core do Front ao Deploy no Azure.

    O interessante do evento foi a construção de uma aplicaçã com foco na explicação de cada um dos componentes. Isto permitiu um maior aprofundamento dos assuntos e uma melhor interação para quem não conhecia a tecnologia.

    Aliás isto foi uma coisa bem interessante. Apesar do nome ser Fullstack .NET além de falarmos de outras tecnologias como o node.js havia na platéia pessoas de outras plataformas como o PHP.

    As palestras

    Foram tres palestras:

    ASP.NET Core
    Nesta palestra foi construída uma aplicação ASP.NET Core do zero iniciando com uma simples aplicação Console e adicionando-se cada um dos componentes. Isto deu uma boa base para que não conhecia ainda a tecnologia e nivlou o conhecimento de todos que ali estavam.
    Desenvolvimento Frontend
    Nesta palestra foi discutido o novo ferramental de um desenvolvedor frontend com o uso de tecnologias anteriormente criadas apenaspara o desenvolvimento node.js. Foi interessante conhecer algumas coisas que além de trazerem produtividade garantem um código com maior qualidade.
    Deploy automatizado no Azure
    Na última palestra foi demonstrada a utilização do VSTS para deploy da aplicação desenvolvida no Azure. Foi demonstrado o processo de Integração Contínua entre o VSTS e o github e um pipeline de deploy usando o Release Management. Por último ainda tivemos a adição de uma validação do deploy com o uso de um teste de performance automatizado.

    Como disse no inicio foi o primeiro de muitos e curti bastante. Espero que os próximos sejam marcados logo.

    Até a próxima!

  • Validação de atributos de acessibilidade para aplicativos UWP no Visual Studio 15 CTP 5

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Foi publicado no blog do Visual Studio algumas novidades do Visual Studio 15 que é a próxima grande versõ do Visual Studio (é uma nova versão e não uma nova release do Visual Studio 2015 que a versão atual do produto).

    O que me chamou a atenção foi um novo recurso adicionado as ferramentas de diagnóstico: validação dos atributos de acessibilidade para aplicativos UWP (Universal Windows Platform).

    O que isto quer dizer?

    Queo desenvolvedor terá de forma automática e em tempo real feedbacks sobre a acessibilidade das suas interfaces gráficas em relação aos atributos de acessibilidade.

    Isto é um grande passo para que UWP possa nos oferecer uma experiencia de uso muito melhor.

    A ferramenta mostrará como erro, por exemplo, elementos da interface que não tiverem um atributo Name. Isto é mandatório para que tecnologias assistivas como leitores de tela possam dizer ao usuário o que aquele controle represeta.

    Está ai um recurso que quero explorar bastante e que com certeza trarei aqui quando estiver em versões melhoradas.

    Até a próxima!

  • Xamarin Summit 2016

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Ontem aconteceu a primeira edição do Xamarin Summit um evento de imersão total nesta plataforma que já utilizo a dois anos.

    Se voce não sabe do que estou falando o Xamarin é uma solução de desenvolvimento cross platform para construção de aplicativos móvis tanto para IOS quanto para Android focada principalmente na produtividade e reutilização de código.

    Em Xamarin desenvolvemos em C#, utilizando tanto Visual Studio e Xamarin Studio, em Windos e Mac OS sem termos de ficar trocando de ambiente de desenvolvimento ou linguagem.

    E o melhor. O resultado é uma aplicação nativa com o máximo do que isto significa. Não é apenas uma simulação voce tem realmente acesso a toda API das plataformas tornando o desenvolvimento em Xamarin identico ao o desenvolvimento nas ferramentas disponibilizadas pela Apple e Google.

    Sobre o evento

    O evento aconteceu na FIAP Aclimação e apesar de não conhecer a região consegui chegar facilmente.

    A infraestrutura é muito boa e exceto por duas quedas de energia durante o dia não há realmente o que comentar sobre isto.

    Já em relação as palestras todas sem excessão foram excelentes e de muito alto nível.

    Elas passaram por temas como a introdução do que é o Xamarin e a remoção de mitos criados ao redor da plataforma indo desde uma explicação mais aprofundada até mesmo a citação de cenários de uso, e principalmente não uso, da mesma.

    Tivemos uma aula de XAML e seus principais benefícios o que torna o desenvolvimento de aplicações com Xamarin Forms muito mais agradável e profissional.

    A palestra sobre padrões de arquitetura e MVVM com MVVMCross foi bom para conhecer algumas outras ferramentas e formas diferentes de fazer algumas coisas. Com certeza despertou minha curiosidade em conhecer um pouco mais deste framework.

    Já a palestra de Testes na plataforma Xamarin e o Xamarin Test Cloud foi bom para esclarecer algumas coisas e está ai um tema que preciso me aprofundar mais já queo teste eficiente de aplicativos é fundamental para estratégia de sucesso dos mesmos.

    Por último mas não menos importante uma palestra sobre animações com Xamarin Forms e Custom Renderes foi a cereja do bolo para tornar minhas aplicações ainda mais profissionais. Dicas simples mas muito úteis dão uma cara nova a suas aplicações e é muito bom descobrir coisas novas em algo onde voce acha que conhecia bastante.

    Para finalizar o evento contou com uma grande sessão de Äsk the Experts" tirou muitas dvidas da galera.

    Conclusão

    O Xamarin Summit atendeu todas as minhas expectativas e foi muito bom encontra os amigos por lá. Conheci pessoas novas, aprendi bastante e principalmente pude compartilhar um pouco do meu conhecimento também.

    Que venham os próximos, e quem sabe com alguma palestra minha?

    Até a próxima!

  • The Twelve-factor App na plataforma Microsoft – Code Base

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Conforme falei no primeiro artigo da série vou falar como implementamos The Twelve-factor App na plataforma Microsoft.

    Se não se lembra apresentamos os fatores neste vídeo e neste vídeo então assiste lá para não ficar perdido.

    A importancia de se ter um repositório de código

    Acho que exploramos bem o tema nos vídeos mas em resumo ter uma baseline é indispensável para que possamos ter todo rastreamento de alterações em nosso produto de forma a saber por que, quando, como e por quem algo foi feito.

    Isto não é caça bruxas mas entender o porque de algo ter sido feito é importante para a melhoria contínua do processo.

    Além disto uma base de código confiável permite que o produto volte rapidamente a um determinado momento no tempo o que é indispensável para se recuperar de catástrofes bem como fazer depurações mais precisas já que a versão do código acaba sendo identica a que estava em produção no momento da. falha.

    Por último mas não menos importante dependendo do segmento de negócio regulamentações e processos de auditoria impedem que o software seja desenvolvido sem estas características.

    Dentro da plataforma Microsoft

    Originados do extinto Microsoft Source Safe a Microsoft oferece toda uma completa solução de ALM (Ciclo de Vida de Aplicação) em dois sabores:

    • VSTS ou Visual Studio Team Services uma solução em núvem oferecida como SAAS (Software como Serviço);

    • TFS ou Team Foundation Services uma solução para instalação on premise; Como é de se esperar o modelo em nuvem recebe atualizações cnstantes mais rapidamente, mas ambos oferecem praticamente os mesmos recursos quando em versões parelhas.

    • Gestão total de código-fonte das aplicações; Gestão de projetos de desenvolvimento de software utilizando-se de SCRUM, Agile ou CMMI com total possibilidade de personalização do processo; Processos automatizados de build e deploy; Gestão total de testes; E muito mais …;

    E quando falamos de gestão de códigos fontes também temos a disposição duas opções:

    • TFVC solução proprietária desenvolvida pela Microsoft e que se baseia no modelo centralizado;
    • git: sistema de controle de versão desenvolvido por Linus Torvalds criador do sistema operacional Linux e amplamente utilizado pelo mundo open source;

    Ambas as opções oferecem vantagens e desvantagens e não é objetivo deste artigo discutí-las mas deixo a seguir boas referencias de como trabalhar com cada um deles:

    Já em relação a separação dos projetos, módulos ou componentes seja lá como a tecnologia adotada e/ou sua empresa nomeie a componentização da aplicação a plataforma da Microsoft oferece um grande nível de personalização sendo o mais comum a utilização de Team Collections e Team Projects. Mais informações podem ser obtidas neste guia.

    Conclusão

    A plataforma Microsoft está totalmente preparada para atender ao primeiro fator sem o menor esforço e com amplas possibilidades de personalização dos fluxos de trabalho e alta conectividade com as mais diversas ferramentas de desenvolvimento não se limitando apenas aquelas desenvolvidas pela empresa.

    Existe conteúdo abundante na internet sobre como utilizar da melhor maneira estas ferramentas por isto deixarei aqui mais algumas referencias:

    Até a próxima!

  • Recursos de acessibilidade no Microsoft Office

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Nas minhas buscas por recursos de acessibilidade do Office 365 me deparei com a página de recursos de acessibilidade.

    É importante compartilhar este tipo de informação pois somos usuários recorrentes destas ferramentas e nem sempre encontramos este tipo de informação de forma atualizada e organizada.

    É muito bom saber que a Microsoft está preocupada em oferecer acesso a todos em seus produtos, e inclusive teter profissionais treinados para dar suporte conforme vocês podem verificar no link acima.

    Até a próxima!

  • O que é um ataque DDOS?

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Neste dia 21 de outubro a internet está sofrendo o que até então é o maior ataque DDoS que se teve conhecimento..

    Vários serviços como Spotify, Twitter, Netflix entre tantos outros saíram-se do ar e até o momento que escrevo esta postagem a internet está bem instável.

    Mas o que é um ataque DDOS?

    O primeiro D vem de Distributed, ou seja, é um ataque distribuído e é normalmente executado utilizando-se de máquinas zumbis infectadas por malwares que tem total controle sobre elas.

    Já o DoS vem de Denial of Service ou negação de serviço que nada mais é que um ataque massivo a um serviço até que o mesmo “sufoque” pois não consegue dar conta de tantas requisições simultâneas.

    A grande vítima desta vez foi o serviço de DNS Domain Name Service que é responsável por traduzir os nomes do sites em seus respectivos endereços IP forma como a rede funciona.

    Até o momento não se tem muita informação da motivação do ataque e qual, ou quais grupos, estão efetivamente por traz do mesmo mas isto no faz refletir o quanto estamos vulneráveis.

    Recentemente pesquisas provaram que temos de ter muito cuidado comIoT ou a internet das coisas, já que mesmo equipamentos como os roteadores, e as câmeras IPs vem sendo recorrentemente usadas neste tipo de ataque.

    Logicamente que a melhor proteção é o usuário bem informado e se você está aqui provavelmente voce já as conhece, mas seguem aqui algumas dicas úteis:

    • Tenha senhas diferentes para cada m dos serviços que você utiliza. Incorpore um gerenciador de senhas como o 1password ou o lastras para que você tenha senhas difíceis de lembrar;
    • Coloque senhas difíceis nas suas redes wi-fi e evite compartilha-las com pessoas fora dos seus círculos mais íntimos;
    • Evite acessar serviços importantes como seu e-mail ou bancos em locais públicos e em redes wi-fi abertas;
    • Sempre ative os atributos de segurança de seus dispositivos;
    • Sempre instale as últimas atualizações;

    Tendo mais novidades volto aqui e atualizo estas informações.

    Até a próxima!