Categoria: IA & Cloud

Inteligência artificial generativa, Azure e arquitetura de soluções em nuvem.

  • Aplicando Twelve-factor App na plataforma Microsoft

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Este é o índice de uma série de posts sobre o tema The Twelve-factor App os quais discutimos nos seguintes vídeos:

    Recomendo assisti-los caso não esteja familiarizado com o tema. As discussões são bem ricas e espero que lh tragam vários insights para o seu dia-a-dia.

    Objetivos

    Com estes artigos pretendo demonstrar quais produtos Microsoft atendem cada um dos fatores e como podemos aplica-los em nosso dia-a-dia.

    A intensão inicial não é ter demonstrações práticas, mas caso haja interesse deixe um comentário ou me chame nas redes sociais e quem sabe eu não me empolgo a fazer demos em vídeo?

    Tenho certeza que com o conteúdo aqui gerado voce conseguirá melhorar a qualidade de suas aplicações desde a sua arquitetura até mesmo a otimização dos recursos que ela utiliza. E isto se refletirá diretamente na satisfação dos seus clientes.

    Até a próxima!

  • eBook – Beyond the Twelve-factor App

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Este’e um post bem rápido apenas para divulgar o download deste eBook que foi comentado no segundo episódio da série sobre Twelve-factor App. Boa leitura e até a próxima!
  • The Twelve-factor App – parte 2

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Conforme prometemos no outro vídeo demos hoje continuidade ao papo sobre The Twelve-factor App contemplando os fatores que ainda não havíamos abordado.

    Por se tratarem de fatores mais técnicos e até mesmo bem conhecidos por nós a discussão acabou sendo mais enxuta, mas mesmo assim rica em detalhes. Está valendo muito a pena acompanhar.

    Em breve publicarei aqui uma série sobre como implementar estes fatores na plataforma Microsoft. Então fique ligado!

    Até a próxima!

  • The Twelve-factor App – parte 1

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera! Na última semana participei de um papo muito bacana sobre o The Twelve-factor App que é uma metodologia/padrão/recomenação de desenvolvimento de aplicações para este novo paradigma que vivem o SAAS (Software as a Service) que se utiliza de computação de nuvem e tem por objetivo atender milhares, se não milhões, de usuários simultâneos. Nesta primeira parte abordamos os cinco primeiros fatores e continuaremos este papo na próxima quarta-feira, 19 de outubro, então nos acompanhe aqui. Até a próxima!
  • Big Data: Falando sobre arquitetura

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Dando continuidade aos nossos hangouts sobre Big Data cumprimos a promessa de discutir a arquitetura por trás das soluções que encontramos no mercado.

    Para isto Jorge Fabre compartilhou conosco um material bem interessante com a big picture do que é, reforçou os conceitos e juntamente com Flavio Barros, estatístico e irmão do nosso amigo Fabio Margarito, explicou como funcionaria na prática uma solução utilizando algumas das tecnologias que já abordamos.

    Gostou? Quer ser um Data Scientist? compartilhe com a gente suas impressões e experiencias aqui nos comentários, lá no vídeo e nunca esqueça de curtir, compartilhar e assinar o canal.

    Até a próxima!

  • API First: Como aprendemos na prática

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Hoje trago para discussão assunto que surgiu em uma retrospectiva do projeto que estamos concluindo.

    Por ter sido nosso primeiro grand projeto mobile fizemos o desenvolvimento de frontend e backend de forma paralela permitindo que ambos evoluissem de forma independente seguindo nossas especificações iniciais.

    Isto acelerou o desenvolvimento, mas causou um grande impacto nos testes integrados já que alguns aspectos técnicos da execução das APIs não haviam sido detectados.

    Outra constatação é que a própria interface do aplicativo poderia ter sido muito facilitada se a interação com o backend tivesse se iniciado mais cedo.

    Por isto comprovamos, infelimente da pior forma, que a abordagem de API First é extremamente importanteneste tipo de projeto.

    Para os novos desenvolvimento iremos tentar seguir o seguinte roteiro:

    • Fazer um planejamento inicial da aplicação utiliando o Storyboard;
    • Desenvolver as APIs já contemplando testes unitários e integrados;
    • Desenvolver as interfaces já apontando para os serviços, sejam eles mocks ou implementações finais;
    • Automatizar os testes de interface;

    E voces? Quais workflows tem utilizado no seu desenvolvimento móvel? Compartilhe com a gente aqui no comentários.

    Até a próxima!

  • 2016 o ano da Automação

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Por ser um programador sou fanático por automação e como ganhar tempo não tendo que fazer tarefas repetitivas.

    Costumo inclusive dizer que se eu não trabalhasse com desenvolvimento de software sempre causaria minha demissÃo pois automatizaria meu trabalho e não seria mais necessário.

    Já hoje meu trabalho é exatamente este, automatizar tarefas que trazem grande risco operacional para a empresa através de utilitários, integrações, scripts, etc.

    Já na SuperActive as metas para este ano são:

    • Ter todos os projetos implantados através de processos automatizados;
    • Aumentar a quantidade de testes automatizados;
    • Implementar um processo de verificação de qualidade de código;

    Para atender estes objetivos desde o fim do ano estou estudando os seguintes temas:

    • Team Build e Release Management;
    • Coded UI;
    • Sonarqube;
    • Powershell;

    Estamos realizando reuniões semanais para acompanhamento e melhoria dos processos e tenho certeza que teremos grandes novidades em breve.

    E voce, o que tem feito para melhorar o seu dia? Compartilhe aqui nos comentários.

    Abraços e até a próxima!

  • Da virtualização à conteinerização

    Este artigo foi publicado em 2016. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Não sei se voces sabem mas sou usuário da plataforma Apple e trabalho no meu dia-a-dia com um MacBook Pro.

    Mas para utilizar o Visual Studio tenho de recorrer a uma tecnologia que me facina a tempos: a virtualizaçÃo.

    No Windows utilizei por muito tempo o VMWare e só muitos anos depois, para falar a verdade só para usar o Xamarin Player utilizei o VirtualBox.

    Já no Mac acatando a sugestão do cocatech me rendi ao Parallels que tem me atendido com maestria, apesar dos problemas de acessibilidade.

    Mas nem sempre a criação de máquinas virtuais é rápida o suficiente para realizar determinadas tarefas e por isto comecei a estudar a tecnologia de containers, principalmente o docker.

    Ele utiliza o conceito de particionamento de recursos da máquina, seja ela física ou virtual, para rodar ambientes independentes, o que é ideal para a publicação de aplicações diferentes em um mesmo ambiente, e promove-los como se fossem códigos fonte, é a realmente implementação do DEVOPS.

    No caso tenho utilizado para rodar uma instancia do Sonarqube em minha máquina e analisar a qualidade dos meus projetos.

    O Sonar tem um procedimento de instalação até que simples, mas teria de fazer ou uma máquina virtual ou colocar todo este mbiente no Mac, o que não gosto pois me tira a independencia.

    Este assunto ainda será bem tratado aqui, mas fica a dica para aqueles que querem algo novo para estudar, e aplicar em seu dia-a-dia.

    Até a próxima!

  • Big Data: Procurando as respostas onde elas estão

    Este artigo foi publicado em 2015. Ferramentas e versões citadas podem ter mudado desde então; a reflexão permanece.

    Fala galera!

    Neste papo tentamos conceituar o Big Data, os tipos de dados e introduzir algumas ferramentas.

    Falamos sobre dados estruturados e não estruturados, NoSQL, IOT e muitos outros temas relacionados ao processamento de grand volume de informações.

    A discussão foi tão rica que gerou até a oportunidade de fazermos uma segunda edição com demonstrações práticas.

    Não se esqueçam de curtir o vídeo, compartilhar com a galera e se inscrver no canal. Aproveitem para assistir as outras edições que publicamos qinzenalmente.

    Até a próxima!